Arquiteta Andressa Martinez

Um blog de arquitetura, design e criação

O poder da luz: iluminação em arquitetura Outubro 28, 2009

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Light Design

A manipulação da luz (natural) sempre foi preocupação constante no projeto de arquitetura e interiores. Da arquitetura antiga (Egito, Grécia e Roma), aos vitrais das catedrais góticas ou às casas modernas de Mies Van Der Rohe, conceber um espaço era necessariamente criar condições para a entrada e bom aproveitamento da luz. Mais recentemente, com as inovações tecnológicas  em curso, a iluminação artificial também adquiriu importância crescente na ambientação de espaços e tornou-se uma estratégia-chave para a reinvenção da identidade e reciclagem de ambientes já existentes.

Sistemas de iluminação de fibra-ótica, a enorme gama de lâmpadas, nas mais diferentes temperaturas de cor, de dispositivos eletrônicos para a dimerização e a variedade de refletores e luminárias, permitem a criação quase instantânea de diversos cenários de cor.

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Fotos antes e depois da instalação

As imagens desse post ilustram o projeto de iluminação que fizemos durante o curso de Iluminação para a Arte, ministrado pelo iluminador Rogério Emerson, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Essa instalação foi feita na fachada interna de um casarão em estilo romano, do século XIX, que atualmente é sede da Escola EAV.

No projeto foram utilizadas lâmpadas foco 5, foco 2, par 30, set lights, mini set lights e dicróicas, além de gelatinas responsáveis pelo efeito cromático variado. A montagem durou cerca de 6 horas e o resultado foi a valorização de elementos arquitetônicos marcantes e a criação de um espaço livre diferente e mais convidativo à permanência e interesse do público.

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Crédito das imagens: Fotógrafa Branca Mattos, Cauê Capille e Nathália Rangel

Para completar esse assunto, veja também esse post anterior.

 

Adesivos de parede – Revista Utilità Recreio Agosto 29, 2009

Arquivado em: Uncategorized — andressamartinez @ 12:31 am
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Complementando o post sobre adesivos de parede, publicado aqui no blog em dezembro de 2008 (leia aqui), escrevi um pequeno texto sobre o mesmo assunto para a coluna de decoração da Revista Utilità Recreio Online (edição agosto de 2009). Para acessar o texto na íntegra, acesse o site da revista:

Abaixo, segue uma parte da notícia e imagem de divulgação:

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É natural observarmos um espaço e sentirmos vontade de mudá-lo. Em muitos casos, não são necessárias grandes alterações, mas simplesmente a adição de um detalhe, um ‘toque pessoal’. Os adesivos de parede são uma excelente opção para ‘humanizar’ o ambiente e traduzir a personalidade do morador. Práticos de usar, eles ganharam mercado e fazem parte da decoração de interiores em residências e estabelecimentos comerciais. Com diversas dimensões, grafismos e cores (sóbrios, divertidos ou delicados), eles podem ser aplicados em qualquer superfície lisa (vidros, espelhos, paredes ou painéis), e, realmente, alteram um ambiente (…) Leia mais…  

 

 

Marca Instituto de Olhos Costa Verde Junho 10, 2009

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Estudo da marca para o Instituto de Olhos Costa Verde.

logo_olhos

 

Objetos em movimento: interatividade no espaço público Janeiro 21, 2009

Idéias criativas e surpreendentes definitivamente decretam o fim das antigas receitas urbanas para o projeto de praças…

 

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                     add-on, em Viena                       adaptative lounge, Berlim  volume at V&A, Londres

                                                                            

Essas imagens ilustram parte da minha Dissertação de Mestrado |2008| Pequenas Intervenções em Espaços Livres Públicos: itinerância, flexibilidade e interatividade, na qual defendo a necessidade de pequenas intervenções urbanas (mobiliário urbano móvel, arquitetura itinerante ou novas tecnologias) como pontos de atração para os usuários em espaços públicos.

Não é necessário ir a outras cidades para constatar que muitas praças, objeto de recentes intervenções, renovadas em seu mobiliário, com iluminação e pavimentação adequadas, muitas vezes permanecem esquecidas pelo público.

Espaços destinados ao público infantil estão abandonados, outros, projetados para a prática de exercícios físicos, vazios, enquanto a uma pequena distância, a pouco mais de vinte ou cinquenta metros, um local que não foi pensado estritamente para aquele fim abriga dezenas de atividades. Alguns anfiteatros e suas pesadas estruturas de concreto estão esquecidos e, simplesmente, tornaram-se barreiras a apropriação do espaço. A simples reorganização e padronização do mobiliário ou a definição de ‘programas’ rígidos, estritamente definidos, inflexíveis, que condicionam um modo de ocupação do espaço, está sujeita à falha.

Se o espaço público é a expressão mais evidente dos anseios da sociedade, se ele é a tradução direta de novas dinâmicas, por que alguns exemplos já falharam? Por que intervenções relativamente recentes já não respondem à demanda e ao ritmo dos atuais espaços urbanos? Como o espaço público pode instigar e atrair usuários diante das diversas opções de lazer oferecidas atualmente?

A observação de dezenas de projetos urbanos nacionais e internacionais indicam uma nova preocupação para o projeto de praças: multifuncionalidade e flexibilidade de uso.

 

Abaixo estão minhas propostas rápidas de intervenções na George Square, uma praça na cidade de Glasgow, Escócia.

 

Proposta 01 – Arquitetura Itinerante: módulos-bar

 

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02 – Mobiliário mutante: bancos móveis

 

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03 – Luz de humor: focos interativos

 

 

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Assim que o conteúdo integral da minha dissertação estiver disponível em pdf pela biblioteca da FAU|UFRJ, postarei o link para a visualização dos mais de cem projetos inusitados de espaços públicos que pesquisei.